Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

Contagem regressiva para a estréia!

E não é do novo Jornadas nas Estrelas, mas um filme muito mais mundano, no caso, do meu diretor predileto Kevin Smith, seu novo filme (nem tão novo assim) já tem data de estreia no Brasil, será dia 09 de Janeiro de 2009. 

Ou seja, ainda vai demorar uma eternidade... 

No filme (Zack and Miri make a Porno) dois amigos resolvem fazer filmes pornôs para descolar uma grana, até ai... Mas como em todos os filmes de Kevin Smith ( tem como ter um nome mais americano?) a ideia central não conta tanto, e o que de fato importa são as situações inusitadas, as referências Nerds (não só) e principalmente os diálogos! Os dialogos são que fazem dessas obras uma verdadeira delicia, em especial para uma geração que viu o mundo mudar enquanto trocava de canal.

É assim que vejo seus filmes, eles retratam um mundo novo, seja na sátira-crítica de Dogma ou no denso Procura-se Amy. O que está ali são conflitos modernos de uma geração sem certezas.

Querer tirar uma filosofia de seus filmes pode parecer forçar demais, contudo a falta de norte dos personagens assim como suas escolhas prosaicas pelo "certo" jogam na tela uma sociedade apática e sem paixões maiores do óbvio.

Um dia quem sabe escrevo um pouco mais sobre Kevin, ele merece.

Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

Andarilho, O vidente da nova economia

Vou dizer uma coisa, para que fique registrado, a Yahoo! vai falir. Não digo que ela vai passar por dificuldades, ou que vai ser comprada por uma outra empresa, ou mesmo que vá virar uma nova Netscape, sendo incorporada por uma gigante (que virou anão diga-se). Estou falando com todas as letras, a Yahoo vai falir.

Por quê?

Porque ela deixou escapar a oportunidade que tinha, ele poderia ter sido comprada no começo do ano pela M$ por dez vezes seu atual valor de mercado, todos os grandes player já explicaram aos seus acionistas que não querem a Yahoo no seu portifólio.

O epsódio de despedir em bando funcionários deixa isso bem claro, veja, por pior que esteja a economia mundial, fato é que a Internet continuará a crescer, precisará de mais serviços, novos serviços! No momento que uma empresa de frente dessa revolução começa a retrair não só ela perde fatias de mercado, como perderá indubitavelmente em números absolutos.

Não existe nenhum serviço dela que não possa ser reproduzido por outro, logo, logo, isso ficará claro e infelizmente a concorrência na NET sofrerá um duro golpe.

Fotos históricas da revista "Life" vão para a internet

Significa 10 milhões de fotos que podem servir para múltiplos usos acadêmicos.

 
 

Enviado para você por Djan através do Google Reader:

 
 


Os arquivos fotográficos da revista norte-americana "Life", que produziu algumas das imagens mais importantes do século 20, estão agora disponíveis na internet. Grande parte do material é inédito.
Life/Reprodução
Foto tirada por Dorothea Lange em 1936 mostra uma mãe migrante na Califórnia
Foto tirada por Dorothea Lange em 1936 mostra uma mãe migrante na Califórnia
Segundo o Grupo Time, proprietário da marca, cerca de 10 milhões de fotografias estão abrigadas em um site do Google e poderão ser vistas no endereço images.google.com/hosted/life ou por meio do buscador específico do Google Images. Leia mais (19/11/2008 - 14h54)

 
 

Coisas que você pode fazer a partir daqui:

 
 

E o aquecimento global em...

Estou eu aqui em pleno novembro do Rio de Janeiro de blusa de manga comprida e outra por baixo, gostaria muito de saber onde está o aquecimento global... Mas não sou só eu não vamos aos fatos:

Na segunda-feira, 10 de novembro, o Instituto Goddard de Estudos Espaciais (GISS), um órgão da NASA chefiado por James Hansen, um homem de Al Gore, anunciou que o mês de outubro fora o mais quente da história. Muita gente ficou um tanto espantada porque, vejam só!, isso contrariava a experiência e os satélites. Mas vocês sabem: como desconfiar de gente tão séria? E, sobretudo, como levantar alguma dúvida se há quem sustente que o mundo vai arder? É pecado. É proibido. Se os crentes de Al Gore falam, a gente tem de dizer amém.

Não obstante, a agência oficial da China havia noticiado que o Tibete tivera a pior tempestade de neve da história. Nos EUA, a National Oceanic and Atmospheric Administration registrou 63 áreas com queda recorde de neve e 115 outras com recordes de baixa temperatura para o mês de outubro. E constatou que 2008 teve apenas o 70º outubro mais quente em 114 anos.

E o que explicava, então, o “outubro mais quente da história” anunciado pelo amigo de Al Gore? Ah, é que haviam colhido dados sobre temperaturas mais altas do que o normal na maior parte da Rússia. Dois blogs dos chamados céticos do Aquecimento Global, Watts Up With That e Climate Audit, decidiram detalhar os números do GISS. Pois é... Eles diziam respeito ao mês de setembro, quando ainda era verão...

No dia 29 do mês passado, nevou em Londres — a primeira neve em outubro desde 1922. Enquanto isso, o Parlamento do país debatia o aquecimento global. Ninguém precisa puxar a faca. Não estou negando o aquecimento global com a mesma certeza estúpida com que se anuncia o fim do mundo "provocado pelo homem". O que me causa espécie, aí sim, é que se faça tamanho estardalhaço com um erro — na hipótese benevolente — e se procure esconder as notícias que não endossam as teses escatológicas.

Texto publicado no Blog do Rteinaldo Azevedo

Terça-feira, 18 de Novembro de 2008

Aniversário da Minha Mãe

Minhas primas, Paula e Alice.

O monstro no fundo do abismo

Num artigo publicado em 6 de outubro pela revista STRATFOR, intitulado A questão alemã, George Friedman despejou um balde de lógica fria sobre os planos americanos para o futuro da OTAN. Parece que a Alemanha está determinada a bloquear o ingresso da Ucrânia e da Geórgia na OTAN. As implicações de longo prazo desta decisão são atordoantes. Friedman explica: “Uma vez que a OTAN opera na base do consenso, qualquer nação membro pode efetivamente bloquear qualquer candidato a membro da aliança”. A invasão russa à Geórgia forçou a Alemanha a adotar essa posição. O conflito obrigou os alemães a deixar claro o seu pensamento geopolítico. O que vemos agora, com bastante clareza, é a Alemanha rejeitando a OTAN. Os alemães podem chamar o seu gesto como bem quiserem. Eles estão pensando como alemães. O ataque russo à Geórgia foi uma tacada de mestre, pois redirecionou a sensibilidade política da Alemanha, de uma visão centrada na OTAN, para uma visão centrada na Alemanha. Na Europa, há uma questão que se ergue acima de todas as outras, e os alemães darão a resposta. Ou a Europa enfrentará a Rússia numa nova Guerra Fria, ou se tornará parceira da Rússia. De acordo com a lógica de Friedman, a Alemanha já se decidiu pela parceria com a Rússia.

Imaginem uma parceria entre Rússia e Alemanha. Os russos fornecem a musculatura militar, os recursos naturais e a mão-de-obra barata. Os alemães fornecem a tecnologia, o dinheiro e a finesse européia. Friedman diz que a situação energética da Alemanha é “desesperadora” e que as lideranças alemãs estão meramente buscando seus interesses nacionais. É importante lembrar, porém, que os alemães vêem tanto a cenoura quanto a vara, os prós e contras. Os líderes alemães não estão apenas evitando a dor. Eles estão sendo tentados por uma parceria com a Rússia, especialmente quando as estruturas financeiras globais estão implodindo. Tal como ressalta Friedman, o “problema político” da Alemanha é a sua posição geográfica no centro da Europa. A Alemanha tem os olhos voltados para o Ocidente ou para o Oriente?  Ela se alinha à Rússia ou aos anglo-americanos e franceses?

Ora, mas é claro que a Alemanha entende que seu destino repousa no Ocidente! Tal conclusão, todavia, pode ser razoável apenas para quem vê os acontecimentos à distância. Ela não é tão imediatamente razoável para as lideranças alemãs, tentadas que estão pela perspectiva de um papel “reformador” vital na Europa. A União Européia não está funcionando apropriadamente e o euro pode estar indo para lata de cinzas da história. O sistema da OTAN, por tanto tempo dominado pelos Estados Unidos, é cada vez mais inconveniente do ponto de vista alemão. Pode ser que, de fato, seja um plano um tanto estouvado aliar-se ao Kremlin – que prefere métodos asiáticos. Mas tal parceria apela tanto à vaidade alemã quanto ao seu senso prático. Os russos dão valor aos alemães; eles sussurram doces lisonjas aos ouvidos da Alemanha. O primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, fala alemão fluentemente e até possui traços germânicos, além de compreender o pensamento alemão, o que lisonjeia ainda mais os alemães. É um caso complexo de sedução.

Como é que, lá no fundo, os alemães se sentem a respeito das intenções russas quanto à Geórgia e Ucrânia? Os alemães estão prontos a raciocinar em termos de seus próprios interesses nacionais. Eles estão tentados a desconsiderar a OTAN. Talvez estejam enjoados de serem prisioneiros da OTAN. Afinal, a Alemanha foi derrotada na II Guerra Mundial e se viu presa na armadilha da Guerra Fria entre Rússia e Estados Unidos. Esta não é uma situação que agüente uma repetição. Um conflito entre a Rússia e a OTAN não é do interesse nacional alemão. A amizade com a Rússia traz uma promessa – ainda que seja falsa.

A França e a Grã-Bretanha desejam desafiar a nova postura agressiva da Rússia. A Alemanha não quer isso de jeito nenhum. Os Estados Unidos buscam trazer a Ucrânia e a Geórgia para a OTAN. A Alemanha não quer isso de jeito nenhum. Há uma rachadura séria na OTAN. Os alemães encontrarão um caminho de saída da OTAN? O senso comum supõe que isso é impensável. Todos sabem que a Rússia é perigosa. Fazer parceria com a Rússia é brincar com fogo. Cedo ou tarde a Alemanha irá se queimar. Ao mesmo tempo, porém, os eventos recentes na Geórgia ensinaram algo aos alemães. De repente, a Alemanha se viu diante de uma escolha desagradável.

A OTAN, como instituição criada para resistir aos russos, está num avançado estado de decadência. Para ressuscitá-la, os alemães teriam de pagar um altíssimo preço econômico”, ressalta Friedman. Está muito claro que os alemães já decidiram abandonar a missão da OTAN e partir em busca de seus próprios interesses econômicos de curto prazo. Aonde isto os levará no longo prazo é óbvio. Chegará o dia em que Rússia e Alemanha entrarão em conflito e os Estados Unidos não estarão por perto para ajudar a Alemanha. E talvez a crise em Wall Street tenha ressaltado a futura irrelevância dos Estados Unidos para a Alemanha. Afinal, os EUA estão entrando em colapso.

Portanto, a OTAN está encrencada. Ela não pode existir por muito mais tempo. Os russos são astutos ao jogar suas cartas diplomáticas, econômicas e militares. Ao seduzir os alemães para uma parceria, abrem o caminho para a destruição da OTAN por vias diplomáticas. “A OTAN não tem poder militar real para projetar-se ao leste e nenhum poder será criado sem um grande esforço alemão e, neste sentido, nada está por vir”, escreveu Friedman. A lógica da análise de Friedman não pode ser contestada. O Kremlin olha para o colapso em Wall Street e enxerga uma oportunidade. Em 2 de outubro, durante a coletiva de imprensa conjunta que reuniu a chanceler alemã Angela Merkel e o presidente russo Dmitri Medvedev, este último disse: “Um dos temas complicados que discutimos foi o da crise financeira. Chegamos à conclusão de que, mais uma vez, o atual sistema de segurança financeira global, assim como o sistema de segurança internacional, não satisfaz as necessidades presentes. As falhas no modelo econômico adotado pelos Estados Unidos da América são sérias, e hoje nós estamos pagando por elas”. Num discurso ao Fórum Público Russo-Alemão, o presidente Medvedev traduziu a atual crise financeira em linguagem geopolítica: “O que demonstraram os eventos recentes? Demonstraram que o tempo em que uma economia e uma moeda dominavam o globo se foi, irremediavelmente. E nós precisamos de soluções coletivas para resolver a crise financeira causada pelo egoísmo financeiro…”. Em outras palavras: deixem os americanos sofrer o seu destino. Agora, a Europa está face a face com a Rússia. A Europa desejaria opor-se à Rússia por conta própria? Os russos estão forçando a Alemanha a tomar uma decisão. “É possível que hoje ainda haja alguém desejoso de voltar à primitiva divisão do mundo em termos de ‘nossos’ e ‘deles’, de ‘o certo’ e ‘o errado’, mas na Rússia estamos convencidos de que essa época acabou definitivamente. É impossível reviver o Muro de Berlim, tanto quanto é impossível retornar à Guerra Fria – não há razão para isso”.

O presidente Medvedev está dando uma piscadela para os alemães e a mensagem implícita é: Vocês sabem o que fazer… Vocês não querem nos confrontar. Vocês precisam de nós. A perversidade das intrigas da KGB em Moscou não é a questão. É preciso olhar “além do bem e do mal”, para as duras realidades da situação. A Alemanha quer sentir o deprimente frio do inverno, sem os benefícios do petróleo e gás russos? Esta não é uma posição sensata e a Alemanha sabe para onde ir. A OTAN está acabada e os Estados Unidos entrarão em colapso. Conseqüentemente, a Europa precisa de uma nova “arquitetura de segurança”. Trocando em miúdos, a Europa agora pertence à Rússia e os alemães deveriam fechar um acordo enquanto os russos estão de bom humor. Se o primeiro-ministro francês diz que o mundo está “à beira do abismo”, o monstro que o aguarda no fundo é a Rússia.

© 2008 Jeffrey R. Nyquist

Publicado por Financialsense.com           

Tradução: MSM

Domingo, 16 de Novembro de 2008

Lolita

Sábado, 15 de Novembro de 2008

Belo Café

Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008

Google usa buscas para monitorar epidemias de gripe nos EUA

Pense um pouco, uma ferramenta interessante, pesquisar a disseminação de uma epidemia de gripe no país, agora seja mais criativo, quais outras funções pode ter?

 
 

Enviado para você por Djan através do Google Reader:

 
 

via IDG Now! em 12/11/08

Framingham - Empresa diz que algumas pesquisas se tornam mais comuns quando as pessoas estão gripadas e podem antecipar tendências.

 
 

Coisas que você pode fazer a partir daqui:

 
 

TAL TERROR, QUAL LEGALIDADE?

Texto publicado originalmente no blog do Reinaldo Azevedo

Recebo um e-mail do poeta, tradutor e jornalista Nelson Ascher, que, creio, vocês também têm o direito de ler. Política internacional é um de seus campos de interesse, e Ascher é uma dessas pessoas que se esforçam para ler tudo. Como isso é impossível, ele está sempre perto do máximo. E é dono de uma qualidade admirável: goste-se ou não do que ele diz, jamais pode ser acusado de ambíguo.
No texto, ele aborda questões referentes a Guantánamo e ao terrorismo que merecem ser lidas e sobre as quais devemos refletir. A mensagem é pessoal, mas lhe pedi autorização para publicar no blog.
*
Reinaldo caro,
só acrescento alguns detalhes ao que você já disse.

O problema de julgar terroristas nos Estados Unidos não se resume apenas à possibilidade de ter de soltá-los devido a uma "tecnicalidade": certas provas, por exemplo, não poderiam ser usadas para não pôr em risco toda uma operação de contra-espionagem ou a vida de alguém infiltrado num grupo terrorista, digamos. Há também o problema de onde soltá-los. Afinal, quem são eles? Estrangeiros capturados em meio a uma guerra em solo estrangeiro, não necessariamente deles. Pode ser um marroquino, um sírio ou um egípcio que cometeu um atentado na Jordânia, mas foi pego lutando contra americanos ou iraquianos ou afegãos no Iraque ou Afeganistão. Julgá-lo nos EUA? Mas como, se o sujeito não é cidadão americano, não está submetido à legislação comum americana e estava lutando (em nome de quem?, por qual país?, onde?) longe dos EUA?

Europeus e ONGs em geral protestariam se um terrorista egípcio que foi capturado no Afeganistão, mas era procurado em seu próprio país, fosse deportado para o Cairo, pois, lá, ele correria o risco de ser torturado e, possivelmente, executado. É por isso que os países europeus — que não deram refúgio às centenas de milhares de tutsis exterminados em Ruanda — dão, sim, asilo aos carrascos hutus que tenham conseguido chegar ao continente e não os devolvem ao país natal para serem julgados. Trocando em miúdos: na Europa, é mais seguro ser um hutu "genocidário" do que uma possível vítima tutsi.

Ora, o terrorista não-americano julgado e solto nos EUA seria recompensado não apenas com a liberdade, mas com um dos bens mais cobiçados no mundo: o direito de residir ali. Há pessoas honestas que esperam anos para conseguir um visto, e há pessoas ousadas que arriscam a vida para entrar ilegalmente nos EUA. O melhor método, porém, é viajar para o Afeganistão ou Iraque, matar soldados americanos ou afegãos e/ou iraquianos, ser capturado pelos ianques e solto em Nova York. Este, sim, é que é o prêmio — ou seja, o terror compensa.

Agora, quanto às convenções de Genebra, elas, que eu saiba, têm um caráter contratual. Para serem respeitadas, é preciso, em primeiro lugar, que ambos os lados do conflito sejam signatários e, em segundo, que ambos respeitem suas cláusulas. Se a Al Qaeda não é nem signatária da Convenção de Genebra nem trata seus prisioneiros de acordo com o que ela estipula, não há razão para que aqueles que se envolvem num conflito com a organização tratem diferentemente seus membros. A idéia de um contrato assim é, aliás, exatamente esta: os prisioneiros de guerra são reféns de cada lado de um conflito, e, portanto, para que os prisioneiros de um dos partidos sejam bem-tratados, é necessário que este trate bem os do adversário.

Durante a Segunda Guerra, os aliados ocidentais e a Alemanha nazista observaram mais ou menos escrupulosamente essa precondições de reciprocidade e, em conseqüência disso, anglo-americanos capturados pelos alemães e vice-versa sobreviveram à conflagração. Tal não sucedeu na frente oriental, de modo que a maior parte dos prisioneiros russos dos alemães e alemães dos russos pereceu — e foram, literalmente, milhões. A questão é: como a Al Qaeda (ou, o que dá na mesma, a tal da pseudo-resistência iraquiana) trata os prisioneiros que faz? Ela os tortura e decapita diante das câmaras e, depois, põe o vídeo para circular, como propaganda de recrutamento, na Internet.

O fato é que não há nenhuma lei que obrigue os americanos a tratar terroristas internacionais como prisioneiros normais de guerra ou como criminosos norte-americanos comuns. E, como não existe uma jurisdição universal aceita por todos os países e por todos os grupos irregulares do mundo, a coisa se torna, no mínimo, complexa. Mas, mesmo que os americanos tratassem os membros da Al Qaeda como prisioneiros de guerra, os EUA teriam o direito a mantê-los em cativeiro, para que não voltem ao campo de batalha, até o fim oficial do conflito — quer dizer, até a Al Qaeda ou os EUA se renderem.

Por outro lado, os membros de grupos assim podem ser tratados como criminosos de guerra. Se um soldado alemão se infiltrava disfarçado com um uniforme inglês, digamos, ou trajes civis atrás das linhas inimigas, os britânicos tinham o direito de fuzilá-lo como espião ou sabotador. Parece que muita gente ignora o fato de que existem leis e costumes de guerra cuja função, em última instância, é sublinhar claramente a distinção entre combatentes e civis, de modo a proteger, na medida do possível, estes últimos.

Terroristas são combatentes que se fazem passar por civis e, para todos os efeitos, escondem-se atrás ou entre estes, levando o conflito para o meio deles. Quando o Hamas dispara mísseis de bairros residenciais, ou o Hizbollah faz o mesmo, são eles que, em condições de normalidade e raciocínio humanista, deveriam ser considerados os responsáveis pelos danos causados aos civis palestinos ou libaneses. Se uma igreja ou mesquita ou hospital é usado por franco-atiradores, esses locais se despem de seus direitos à neutralidade, e o mesmo ocorre com uma ambulância usada para transportar munição.

Em resumo, como você diz, os terroristas usam os mecanismos da democracia contra ela. De forma idêntica, usam as leis e normas da guerra que a civilização desenvolveu (para restringir a amplitude dos conflitos e defender civis) seja contra a própria civilização, seja contra qualquer civil. Premiá-los por perpetrarem barbaridades semelhantes é suicida. Mas teremos que amargar, no mínimo, um novo 11 de Setembro revisto e ampliado para nos lembrarmos disso.
gds abs
Nelson

Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008

A IBM de ontem



O Gênio do Mal que acerta tudo.

Dê uma olhada neste site e jogue uma partida com esse Gênio sabe tudo.

Domingo, 9 de Novembro de 2008

Mãe de Blogueiro, Blogueira é.

Minha mãe postando no blog dela. DeVeras Verdade.

Sábado, 8 de Novembro de 2008

Vão mexer no Paint!

Para tudo!!!

Vão mexer no Paint!!!

O Windows 7 como todo mundo já sabe é um Vista com tela de toque, mas não felizes com o acréscimo dessa importante função, afinal tem que ter desculpa para vender, mexeram no Paint!
Já é em boa hora, afinal o Paint é basicamente o mesmo desde o Windows 3.1. Mas as informações que chegam é que permanecerá bem simples, como deve ser.



A peça

Parabéns a todos, o elenco do teatro estava magnífico.

Quinta-feira, 6 de Novembro de 2008

6/11/2008 - Diogo Mainardi

Perdi.
Mas estou em boa companhia.

 
 

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6/11/2008 - Diogo Mainardi


Obama ganhou. McCain perdeu. Eu perdi com ele

 
 

Coisas que você pode fazer a partir daqui:

 
 

Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008

Comunicado aos meus leitores

Como já era de se esperar a pressão da mídia esquerdeopata, das ONGs, dos Iluminares, dos movimentos abortistas e dos Incas Venezianos surtiu efeitos e os americanos passarão para as mãos de um governo chefiado por um típico representante do politicamente correto.


Sendo assim este blog, este pequeno, todavia resoluto blog, se prepara para assumir seu devido lugar de oposição ao futuro governo estadunidense.

Tido isto passemos a outro assunto:

A maior novidade desta campanha não foi Sarah, a digníssima Sarah, e sim a reporter holográfica da CNN, como poderão ver no vídeo abaixo, ainda é um pouco tosco, e parece que foi necessário uma parafernália gigantesta para faze-la funcionar ao vivo, mas de qualquer forma é o primeiro passo e como tal, foi em minha opinião espetacular.

Segunda-feira, 3 de Novembro de 2008

Enquanto isso é Bananânia

"A nova comédia de Kevin Smith, ainda sem estréia prevista no Brasil, foi bem sucedida para um filme de classificação R (menores de 18 anos só podem assistir acompanhados de adultos). "Zack and Miri make a porno" faturou US$ 10,7 milhões."


Por que será que os distribuidores de filmes me Odeiam?

Domingo, 2 de Novembro de 2008

Reflexos da Crise


Isso que dá aplicar tudo em derivativos, eu avisei que essa bolha imobiliária ia dar nisso.


Trabalhando feito um condenado

Pode parecer uma expressão tola em um país em que condenado não trabalha...


Mas é meio assim que me sinto as vezes no meio de uma estrada poeirenta do nordeste Nevada com correntes no tornozelo e uma picareta na mão quebrando pedra para a futura duplicação da pista.